Friday, December 15, 2006

Aviso

*Conteudo improprio para menores de 18 anos
*Não é recomendado para quem tem horror a morte e a bizarrices
*O objetivo das poesias não é de fazer apologia alguma

É isso aí pessual...

Vermes de uma carcaça


Veja minha desgraça
Somos da mesma raça
Estou me alimentando
De vermes de uma carcaça


Carcaça como a sua
Carcaça como a minha
Carcaça, carcaça humana
Carcaça suja e fedida


Tamanha minha desgraça
Minha saúde é escassa
Vermes vou mastigando
Enquanto a morte me abraça


Carcaça podre, horrenda
Carcaça infestada por bichos
Carcaça,carcaça humana
Carcaça é meu destino.

(Allan Snipher)

Estrangulada


Passava ela aos prantos pela madrugada
Naquela rua escura, onde eu estava
Me aproximei aos poucos...
Nem me me notou
Mas quando me viu,
Se assustou!

Antes mesmo de gritar,
Tapei sua boca
A segurei pelo pescoço, ela ficou rouca
Depois fui apertando descontrolado
De tal forma que seus olhos ficaram...
Esbugalhados!!

Primeiro ficou vermelha,
Depois ficou roxa
Babando e se retorcendo
Feito uma louca,
Até que desanimou, ficou parada
E a luz de sua vida se apagava

No fim seu corpo ficou na calçada
Da mesma rua escura onde passava
Lá passou a madrugada sem ninguem saber
Mas a triste notícia veio ao amanhecer...
Estrangulada!!!

(Allan Snipher)

Afogado na fossa


Brutalmente torturado, apanhou como um animal
Esmagaram o seu saco, sofreu até passar mal
Tomou choque, cacetada, ficou dias sem comida
Com a cara arrebentada e com a moral caída

Lhe enfiaram um pau na bunda, mais uma vez tomou uma surra
Assim chora quem apanha, sorridente quem esmurra
Amarraram-lhe com corda, cuspiram na sua cara
Foi jogado numa fossa, onde a morte encontrara

Morreu afogado, morreu em agonina
De urina e de merda...seu pulmão se enchia
Preso e de ponta cabeça, indefeso, sentiu nojo...
O que lhe restava era sofrer e sentir aquele horrivel gosto

Ficou sujo, entupido, todo desgraçado
Com o passardo tempo, seu corpo foi ficando inchado
Junto a merda apodreceu, por là anos submerso
Tanto tempo se passou, que nem encontraram os seus restos.

(Allan Snipher)

Mariposa Nocturna


Voa a Mariposa
Negra como a noite
Bate as asas

Noite brilha,
Tempo passa
Voa, voa mariposa,
Dê o ar de sua graça

Mariposa Nocturna
A mais negra obscura
Sai voando

Morcegos! a ameaça
Neste jogo de trapaças
Voa, voa, voa Mariposa
Desliza airosa pelo ar.

(Allan Snipher)

Gestação Intestinal

Violento estupro anal
Gestação intestinal
Restos de carne e infecção
Alimentam o embrião

Ânus começa a dilatar
Uma dor insuportável
Sente vontade de cagar
Um fedor desagradável

Olha dentro da privada
Então chora emocionada
Junto com a merda ela vê
Que acaba de nascer seu bebê

(Necrocanibal)

Quebrando ossos com um pé de cabra




Eu, você, um pé de cabra, um clima infernal
Logo dou lhe uma pancada na coluna vertebral
Quebro tambem as suas pernas, já não mais tem como andar

Dou lhe uma bruta pancada no maxilar

A força junto a ráiva, destroçando suas vertebrabas
Ouça o som do estrago, enquanto quebro suas as costelas
A cada pancancada vou ficando, contente e satisfeito
Estourando os seus orgãos, quebrando o esqueleto


Hemorragias internas, internamente arrebentado
Logo estará tão mole quanto a um ser invertebrado
Jé externamente uma cena deprimente
Quase um cadaver, agonisando e sem os dentes


Seu crânio vai rachando, se dividindo em mil pedaços
E o cérebro aos poucos se tornando uma pasta
Gasto toda minha energia, todo ódio, toda ráiva
Quebrando os seus ossos com um pé de cabra.


(Allan Snipher)

Eu evito o desperdício


Eu evito o desperdício mesmo que eu passe mal
Como merda da privada do banheiro do hospital

Na cozinha da UTI sempre sobra um mingau
Com gotas tuberculosas e corrimento nazal

Como tudo que eu vejo, num dou pra nenhum animal
Até como a ração do cachorro no seu quintal

Na estrada eu não paro, atropelo pois sou mau
Se é mulher como a vagina, se é homem como o bilau

Sou gordinho de nascencia, na cama sou um vegetal
Mas eu evito o desperdicio, mesmo que eu passe mal...

(Speed Freak)

Este cheiro de urina


Você fez xixi nas calças
Tão grandinha, quem diria!?
Apenas quem sente o cheiro
Este cheiro de urina


Já estou entorpecido
Com o perfume da vagina
Este aroma tão pungente
Este cheiro de Urina


Cheiro que está mais forte
Está bebada, caída
Mal concege perceber
Este cheiro de urina


Meu nariz entre suas pernas
Me desculcupe, não queria
Mas não pude resistir...
A este cheiro de urina.


(Allan Snipher)

Saturday, December 02, 2006

Os Abutres estão prontos

Os Abutres Estão Prontos (Minha primeira poesia podre)

Carne, ossos e miolos, espalhados pelo chão
Fim da vida, chega a morte, logo a putrefação
Muito tempo se passou, e o cadáver lá deixado

Vermes, moscas e micróbios, corpo seco e retalhado
Os abutres estão prontos pra devorar a carcaça
Jaz um corpo na estrada, que sofreu uma desgraça.

Os Abutres Estão Prontos 2

A pele muda de cor
Tecidos ficam enrijecidos
Sobe um horrível odor
O que era vida agora é carniça

Os órgãos cada vez mais expostos
Vermes copulam nas tripas
Ossos ocos e podres
Nos abutres aumenta a cobiça.

Horror na prisão


Condenado pelos atos de estupro e assassinato,
Na cadeia foi impiedosamente torturado
Pelos detentos havia recebido ameaças
E fizeram com ele certa brincadeira sem graça...

Foi colocado um cano em seu reto,
Dentro do cano um arame farpado
Primeiro é retirado o cano,
Depois, ao retirar o arame, tudo é rasgado

As fezes se misturam ao sangue,
Que logo foi penetrando na carne
Com a dor ficou meio arrependido,
Porem já sabia que era tarde

Com uma faca improvisada arrancaram-lhe as orelhas e o nariz,
Com uma lima serraram seus dentes até a raiz
Mesmo com o cú todo rasgado...
Foi submetido a fazer sexo anal com nove presidiários

Foi degolado e humilhado sem dó,
Com sua cabeça jogaram futebol.

(Allan Snipher)

Massacre na igreja universal

Certo dia acordei possuído pelo Cão,
logo planejei a seguinte missão
as almas do mal iria libertar
junto aos fiéis iria festejar

Então fiz o seguinte, corri pro fundo do quintal
Desenterrei minhas armas e fui para igreja universal


Chegando fiz uma tal brincadeira
"Calma Irmãos, isso não é um assalto"
logo foram metralhados
com as mãos para o alto
havia um picareta que fingia ter encosto
com um tiro de 12 ficou sem cérebro nem rosto

Joguei uma granada naqueles coitados
Era crente voando pra todo lado
Corpos e viceras espalhados pelo chão
Numa feliz celebração

Bem no cantinho se escondia o pastor...
foi espancado com todo louvor
com facadas no reto foi torturado
depois com minhas mãos foi massacrado.


(Allan Snipher)

Duas poesias eróticas



Eu gozo enquanto você defeca (Poesia erótica suave)

O seu jeito me atrai
Você parece uma louca
Fica toda excitada
Rasga toda minha roupa


Forte atração carnal...
Aos poucos se torna excepcional,
Emocionante, física, ardente...
Tempo frio, corpos quentes


Você me morde, me arranha,
Lambe minhas axilas
Chupo sua vagina,
Enquanto você urina


Em posição 69 eu libero meu esperma
Nessa troca de caricias
Eu gozo enquanto você defeca.




Sadomasomorte (Poesia erótica pesada)

Me rebaixe a nada,venha me foder
Cuspa na minha cara,comece a me bater
Tapas e chicotadas...sangrar sentindo arder
Tambem quero pontapés,assim aumenta meu prazer


Apague seu cigarro, apague na minha lingua...
Minha boca é seu cinzeiro,vc é minha rainha
Quebre meu naiz expresse sua raiva...não quero só tapinhas


Minha boca...no seu cú você a defecar
Vou engolindo tudo até me engasgar
mas...o gosto do amargo não é o suficeinte
espalhe suas fezes nos meus ferimentos
Assim é mais ardente...


A foda tá ardente?...
Quebre os meus dentes
Pode me quebrar...meu corpo está quente
Quente,muito quente...assim como sua urina
Enquanto eu chupo sua vagina


Quebre uma garrafa...enfie no meu cú
Eu quero sentir o prazer trepando com a dor
Não há problema algum


Bom...está tão bom...
Me mate...me bata até a morte
Quero morrer de prazer...
Pegue minha grana,esconda o meu corpo
Foi bom te conhecer...


(Allan Snipher)

Comer sua carne


Eu quero comer sua carne,rasgar sua pele nua
Pra aliviar minha vontade,estou comendo carne crua
Minha fome só almenta, vai ficando anormal
Vai crescendo a cada dia meu desejo canibal


Nem arroz nem feijão, nem frango ou picanha
Meu desejo é sua carne, bela carne,carne humana
Em min a solidão, no estômago o vazio
E o morbido desejo em te ter no meu intestino


Só de Imaginar, te cortar esqurtejar, analizar suas partes
Mergulhar minhas mão nas suas viceras,me lambusar,fazer arte
Sua vagina suas nadegas os seu seios bem carnudos
Quero alimentar o meu lado obscuro


Já estou entrando em surto, revirei a geladeira
O vermelho me facina quero ver sua cor vermelha
Meu desejo não acaba, minha vontade dói, arde
Então agora vou sair, vou em busca da sua carne.


(Allan Snipher)

Lixo vivo

Desse aí ninguém gosta
Abre a boca, fala merda e come bosta
Sujeito escroto, esquisito
Parece até que surgiu do meio do lixo

Mas o que aconteceu foi descrença total
Depois que ele pegou uma praga genital
Viciado em crack, está apodrecendo vivo
Numa triste queda de um grande precipício


Anda na cidade, com sua feiúra espalha horror
De sou corpo doente ,sujo e seboso exala o fedor
Também se entregou a uma tal vacina
Agora se tornou dependente de heroína


"Morto vivo" que assusta as crianças
Causa pena,medo e nojo...é a pura desgraça
Defeca na calçada, doente mental
Em sua cabeça cresce um câncer cerebral


De delinqüentes juvenis,levou muitas pauladas
Apanhou, passou mal e deu risada
Tenta se levantar
...pútrido ser cretino
Lá na praça está rastejando o "lixo vivo".


(Allan Snipher)

Culinária da morte




Utilizando o bom e velho rolo de macarrão
Fiz com que meu marido caísse desacordado no chão
Quando abriu os olhos ficou desesperado
Estava na mesa da cozinha com as mãos e pés amarrados

Então peguei a faca e abri sua barriga
Resolvi ligar a batedeira e suas tripas
Cortei lhe a língua e disse : "Não me incomode"
E o danado ficou se estrebuchado até a morte


Enquanto eu jogava pimenta imagino que quisesse me dizer o quanto arde
Coloquei-o para tranzar com o moedor de carne
Até o saco escrotal foi junto
Em pouco tempo em minha mesa estava apenas o defunto


Quebrei o crânio com o martelo de bater bife
Tanto prazer me abriu o apetite
Com as víceras brincava como uma criança
O que gerou uma grande lambança


Sou uma dona de casa que agora vive sozinha
Então vê se me ajuda limpar a cozinha.


(Allan Snipher)

Deus em decomposição

Uma imensa nuvem negra
Se abre no céu
Expelido matéria orgânica
Decepcionando os fiéis


Infinito é o mal cheiro
Gigantescas são as colônias de vermes
Deus se converteu em carne...
Farta carne que apodrece


Enfim morreu
Perdeu o seu poder
Na forma de um grotesco cadáver
Cresceu e apodreceu


Deus está se decompondo
Causando o supremo caos
Ao infinito se estende
O Fedor universal!!!


(Allan Snipher)

Duas poesias românticas suaves

Amor maligno

Oh! Querida, por me deixou?
Reduziu-me a um verme
Que de tristeza aos pouco morre
Nunca quis lhe fazer mal...
Isso é o que mais me entristece


Pobre de min que agora sofre
Me afogo na fossa da angustia e da tristeza
Mas sei q foi minha culpa
Pela minha indelicadeza


Queria-te obsessivamente
Não lhe deixava ao menos respirar
Só pensava em você
E em você continuo a pensar


Desde que foi-se embora
Minha mente já não é a mesma
Agora se tornou maligna
Doente, fraca, indefesa


Agora estou juntando forças
Para cometer meu maior ato de inconveniência
Nesse feriado prolongado
Irei invadir sua residência


Cortarei meu pênis fora
Deixarei em sua cama
Já que pra min, mais nada importa
Pois sei que já não me ama


Com uma facada no meu peito
Morrerei em teu banheiro
Lá encontrara o meu magro e triste corpo
E sentira o meu mal cheiro.


(Allan Sipher)

Traição

Depois de 15 anos de casados
Uma triste decepcão
Sou vítima de uma crueldade
Chamada traição
Por isso está aqui amarrada
E não háverá perdão


Apenas o divórcio
Não vai me fazer sentir melhor
Sinta o gosto da vingança
Do que há de mal,o pior!


Um tapa bem dado nessa sua cara de vadia
Só pra começar
Seguido de socos e pontapés
Oh prazer de te espancar!
Podeia ser diferente
Mas se teve que ser assim assim será


Seus dedos são decepados
Com a tesoura de cortar grama
Grite bem nos meus ouvidos!
Diga agora que me ama!!


Sempre me enganou
Agora não vai mais
Estou aqui pra acertar as contas
Vou fazer o que for capaz
O que agora me domina
É o ódio o desgosto e muito mais..


(Allan Snipher)

Grotescas formas de masturbação

Brasa de cigarro queimando o penis
Dilatação do orifico anal
Faca de cozinha no canal da uretra
"Acupultura" no saco escrotal

Bifurcação peniana
Eletro-choque na "chana"
Marteladas no "pau"
Formigas masturbam o "bilau"

Gozar espetando o "pinto" no cactus
Esperma,sangue e auto mutilação
Assim é a dor em forma de parzer
Grotescas formas de masturbação!

(Allan Snipher)

Banheiro Macabro


Em uma velha casa impregnada pela sujeira
Um forte cheiro se em um cômodo
Abro a porta do banheiro, logo percebo...
Aqui aconteceu um crime hediondo

Um corpo se decompondo na banheira
Tripas podres na suja pia
No sanitário uma cabeça
E o desagradável cheiro da carniça

Não agüento, de dentro de mim sai um vômito
Daqueles que esvazia todo estômago
Nunca mais terei a mesma vida
Depois de ver tal cena doentia

Ratos,moscas e micróbios
Fezes corpo se tornam a mesma bosta
Preta,podre e mal cheirosa
Matéria orgânica decomposta.

(Allan Snipher)

Dupla penetração forçada


Uma mão tapa a boca, a outra a imobiliza
Uma terceira mão tira a saia e a quarta mão toca a vagina
Uma fétida meia na boca,amarrada com um pano

Assim niguem poderá ouvir, gritos de dor e todo escândalo

Um pênis penetra a vagina, enquanto outro penetra o ânus
Entra e sai até o sangue escorrer
Causam nos genitais sérios e irreparáveis danos


Não se dando por satisfeitos, os dois penetram na vagina
Que não para de sangrar e de dor até urina
Entraram num acordo...um acordo de animal
Assim os dois pênis invadem, o orifício anal


Os grunhidos sufocados da vítima
Aumentam a tara
Daqueles que praticam...
Dupla penetração forçada!!!


(Allan Snipher)

Morbidos os problemas, morbidas complicações



Como uma bolha gosmenta de pus,sua saúde agora está
Prepare o velório,o enterro e uma cruz...seu fim está pra chegar

Rins não fuincionam mais, problemas no coração
Um tumor no seu cébro, câncer no pulmão

Toda sua falta de higiene é refletida no seu mal cheiro
nas cáries, mal hálito, chulé ceborreia...em todo seu corpo o cheiro do azedo

Feridas que não cicatrizam, varias infecções
Morbidos os problemas, morbidas complicações.

(Allan Snipher)

Vagina Purulenta


Da sua vagina sei que escorre pus
Um odor que quando chega ao meu nariz
Me deixa com um tesão incontrolável
Com o passar dos dias fede mais e mais
O cheiro é tão forte que é até capaz
De causar náuseas (ansia de vômito)
Vagina purulenta!!!Gonorréia na Genitália
Vagina purulenta!!! Condiloma acuminado

Liquido branco meio amarelado
Entre fungos, sujeira, crista de galo
Aguçam meu estranho apetite sexual
Enquanto o muco escorre eu quero chupar...
Sua vagina, minha boca irá se infectar
E sentir gosto de pus ...e urina

Vagina purulenta!!!Gonorréia na Genitália
Vagina purulenta!!! Condiloma acuminado

(Allan Snipher)

Duas poesias poesias Antigas

Beleza Desfigurada

Ela tem uma beleza, uma graça sem igual
até comendo frango frito, consegue ser sensual
mas de min sente asco, vontade de passar mal
me odeia me despreza, como se eu fosse um animal

Seu rosto vou desfigurar, com uma lâmina afiada (e enferrujada )
Nunca Poderá reparar, nem que fizesse mil plasticas
Brutalmente vou estuprar, em sua face vou gozar
E os orgãos genitais... com meus dentes arrancar

Sua pele bem macia,com minhas unhas vou rasgar
com fogo e gasolina, sua beleza vou queimar
Um de seus lindos olhos vou furar,com o outro ela vai ver
quando se olhar no espelho,vai ter vontade de morrer.

(Allan Snipher)


Velha tradição

Na velha casa se esconde entre a morte e a podre vida
Cozinhando carne humanapra alimentar seus trogloditas
Observa a tortura de cada corpo abatido
Que depois é esquartejado num banheiro bem fedido

Aquela velha carcumida com o corpo cheio de feridas
Doente da pele e das entranhas até os vermes se excitam
Com 78 anos repetindo a tradição
Ao chegar a hora da janta
A velha morre do coração.

(Allan Snipher)

Escória do Prazer

Venha, quero te sodomizar
Gaste toda sua energia em min
Me morder e beijar
A dor não importa, venha me possuir...

Beije,cuspa,chute
Comece a me chupar
Morda,arranhe,melhor continuar


Seu liquido amarelo, agora eu quero beber
Mije em meu corpo inteiro,continue a foder
Bata,goze,sinta...
Sim...sinta o prazer
Comece a defecar em min
Quero sentir,chupar,comer


Espalhe em todo meu corpo tudo o que você tem
Pra mim não importa mais nada , quero ir mais alem
Sentindo toda escória do prazer, não consigo me conter
Quero ir até o fim, regras morais a se romper

Meu pau em sua garganta, para que possa vomitar
Como animais selvagens, do prazer vamos gozar.


(Allan Snipher)

2 Poesias Gasosas


Gases exalados pelos defuntos

Corpo fétido inanimado
Há de ser enterrado

No necrotério, está em uma fase
Em que começa a liberar gases


O cheiro forte e nauseabundo
Que vem dos flatos dos defuntos
Deixa-me tão revigorado
Gases, gases exalados


Nesta mesa mais um corpo
Amanhã vai chegar outro
Do fedor vem a sensação
Da fúnebre situação


Se você me der licença
Quero sentir a flatulência
Já que se sente enjoado
Pelos gases liberados.


(Allan Snipher)

Auto combustão interna

Fazendo uma medíocre palhaçada
De certa forma até engraçada
Acende o isqueiro perto do ânus
Para peidar e surgir chama esperada

Mas o q aconteceu, foi uma cena impagável
O fogo foi seguindo o caminho...
do gás orgânico inflamável

Internamente se queimou
Quem estava perto se espantou
O sangue veio a jorrar e fedor a se espalhar

Assim foi para o hospital
Infelizmente se deu mal
Assim foi a morte patética...
Auto combustão interna!

(Allan Snipher)


Elefantiase no saco escrotal


Você não sai de casa mais
Não tem dieiro não se tratou
Seu saco é maior que a cabeça
A Elefantiase te arruinou

Assim se tornou um ser horrível,
Veja nos olhos de quem te vê...
Aberração ser despresivel
...pena e nojo é só o que vai ver!

Você já não se aguenta mais
O fim parece ser a solução
Sua vida pesa mais que seu saco
Seu fim está em suas mãos...

(Allan Snipher)

Ratazana indigesta



Fome estrema do cão
O instinto domina a razão
Dentro de si uma praga se infesta
Não come nada que presta


Momento de "sorte" instantânea
Buraco sujo e úmido, situação desumana
Dentre aos detritos
Aparece uma ratazana


Nem se quer pensou no que fazer
Apenas agiu...
Foi matar e comer


Como uma fera desesperada
Mastigava o bicho cheio de doenças
Comia as tripinhas, deliciava até os ossos
Comeu com pelo e tudo... pelo pior não esperava


Devorou tão rápido a insalubre carne
Resultado: indigestão
Enterite: horrível inflamação


Com os dias a saúde veio a piorar
Forte diarréia crônica
E vomitava até se estragar

Rastejava entre as fezes
E a desgraceira estomacal
Assim Morreu como um animal...


Como um animal, por um animal
Ratazana indigesta...
Trouxe ou terminou com a desgraça?
Alimento do bem ou do mal?


(Allan Snipher)

Thursday, November 30, 2006

Vamos começar A Guerra



Vamos começar a guerra agora!
Dar inicio ao show da discórdia
Tropas e fuzils prontos,preparados
Como são fanáticos os meus soldados

Sem cerimônia hoje irei atacar
Estou pronto para destruir...para matar
Daqui de cima é tudo tão fácil
Ver todos morrendo como ratos

Sinto o prazer a cada bomba que explode...
A cada morte,disparo de canhão
Aviões,navios,armamento pesado
Cada estilhaço é como um cifrão

Pessoas com membros estraçalhados
Que se danem as mães e os seus bebês
Corpos soterrados, presos entre os destroços
Soldados medrosos devem morrer!!!

Armas químicas e biológicas
Está difícil de me conter
Tecnologia a favor da morte
Vírus do caos, bomba do poder!

Aniquilar o inimigo!!!
Minhas maquinas humanas tem esse dever
Eu só olho pro meu umbigo!!!
Pobre de quem me desobedecer.

(Allan Snipher)